sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Agropecuária - os 3 maiores problemas de seu negócio...

Maiores preocupações


Na sondagem atual, a questão “climática”,continua ter destaque como o maior 
problema,mas foi registrado um significativo recuo em relação ao trimestre
anterior em função das lavouras de verão anuais de grãos já terem sido colhidas.


Merece destaque no segundo trimestre o item “preço de venda do meu produto”. 
Produtores de grãos relataram preocupações com a tendência de queda das principais 
commodities agrícolas diante da possibilidade de uma super safra nos EUA.



A sondagem de investimentos reflete ainda a preocupação com outros pontos, com 
destaque para a “alta incidência de pragas e doenças” e a “falta de trabalhador 
qualificado”, itens recorrentes também nas sondagens anteriores. Completaram ainda a 
lista das principais preocupações as questões sobre “aumento do custo de produção” e 
“infraestrutura logística”.



Pelo 2º trimestre ser caracterizado pelo término da colheita dos grãos de verão, onde o 
foco dos produtores passa a ser a comercialização, itens como, “legislação ambiental”,
“legislação trabalhista”, “nível de endividamento”, “falta de financiamento”, 
“segurança jurídica no campo”, “carga tributária” e “custo de energia” foram menos 
citados que na sondagem anterior.

Intenção de investimentos

No 2º trimestre de 2014, houve manutenção da expectativa de investimento em 
tecnologia ligada ao custeio: os agricultores/pecuaristas que responderam que 
farão investimentos adicionais representaram 62,5% na sondagem atual, praticamente 
o mesmo nível da sondagem anterior.


O investimento em “custeio/tecnologia” está fortemente direcionado ao “controle de 
pragas e doenças”, bem como à “aquisição de sementes”. Este resultado está
 intimamente ligado a duas preocupações: “alta incidência de pragas e doenças” 
e “aumento no custo de produção”, que levam a um maior uso de defensivos agrícolas 
e de sementes mais produtivas.



Vale destacar o aumento no número de produtores interessados em investir mais em 
fertilizantes, em comparação com a sondagem anterior.



Em relação aos demais itens, 29,5% dos agricultores entrevistados disseram que farão
investimentos adicionais em“máquinas e equipamentos” agrícolas, com destaque 
para a aquisição de tratores, seguidos pela intenção de compra em plantadeiras e 
colheitadeiras. A variação é positiva em relação ao primeiro trimestre de 2014, 
quando 25,5% afirmaram que pretendiam investir em máquinas e equipamentos.



Quanto à “gestão de pessoas”, foi observada a manutenção do nível de 30,2% dos
agricultores que afirmaram que realizarão investimentos adicionais, com destaque para
 a “formação técnica dos operadores de máquinas e implementos”, fato ligado à 
preocupação demonstrada com a “falta de trabalhador qualificado”.



No caso de “infraestrutura”, o resultado aponta que os novos investimentos serão 
realizados em “silo ou armazém graneleiro”, em linha com as sondagens anteriores. 
A seguir, aparecem: “estradas, benfeitorias, alojamento e refeitório” e “equipamentos 
de irrigação”.


O produtor pecuário também manteve a alta disposição para a realização de novos 
investimentos em “infraestrutura”. Os itens “cercas, cochos e bebedouros”, “ordenha, 
curral ou free stall” e “confinamento” concentram o foco do pecuarista. Os elevados 
preços da @ do boi gordo e bezerro, aliados a disponibilidade de crédito, levam a 
este cenário de aumento dos investimentos no próprio negócio.

Os 3 maiores problemas dos seus negócios (RM em% ranking)

Clima - 50%
Preço de Venda do meu produto - 27%
Alta incidência de pragas e doenças - 21%

(veja estudo completo pelo link abaixo)

http://www.icagro.com.br/estudo/RESUMO_EXECUTIVO_ICAGRO_2T14_INTENCOES_DE_INVESTIMENTO_REVISADO_FIESP-OCB.pdf

fonte : Icagro - http://www.icagro.com.br/investimentos.asp

conheça o maior portal de venda de Grandes Propriedades Agricultáveis no Tocantins : 
Terras do Tocantins

Soja: alta do dólar ameniza queda do preço interno, diz Imea


A alta do dólar tem amenizado a queda dos preços da soja que vem sendo observada no mercado interno. É a avaliação feita pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
Na semana passada, o preço médio da soja no estado teve baixa de 1,32%, com a saca de 60 quilos chegando a R$ 52,07. Movimento quer acompanhou o primeiro contrato do grão na bolsa de Chicago – Novembro de 2014 – que caiu 4,86% e chegou a US$ 9,29 por bushel.
Em compensação, o dólar registrou alta, superando a barreira dos R$ 2,40, movimento em parte explicado pelas expectativas em relação a decisões do governo dos Estados Unidos na política monetária e parte pelo cenário eleitoral no Brasil.
“O dólar continuou apresentando valorização ante o real mesmo com a intervenção do governo, e teve cotação média de R$ 2,41, tornando a queda observada nos preços internos mais amena que nas cotações internacionais do grão”, avaliaram os técnicos do Imea.
Plantio
Na avaliação do Imea, o ritmo de plantio da nova safra em Mato Grosso é satisfatório. Até o fim da semana passada, 1,73% da área prevista – de 8,8 milhões de hectares – tinham sido semeados. De acordo com os técnicos, o trabalho ocorreu principalmente em áreas irrigadas da região médio-norte do estado.
“Caso o andamento da semeadura continue apresentando bons ritmos como o registrado até o final de setembro, pode corroborar para a consolidação de uma grande safra, conforme já está sendo previsto, pesando cada vez mais sobre as cotações internas do próximo ano”, informa. 

Créditos : REDAÇÃO GLOBO RURAL - 
http://goo.gl/bBEBeP : 

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Produtor inicia plantio da safra 2014/2015 de soja


Após o fim do vazio sanitário no último dia 15/9, os produtores já começam a semear a safra 2014/2015 de soja. Enquanto isso, alguns vendedores negociam o estoque do grão enquanto se atentam às perspectivas de preços para o primeiro trimestre de 2015, como informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
O clima é um dos fatores preocupantes para os próximos meses. O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou em seu boletim que os produtores do Estado esperam as chuvas para ampliar o ritmo de semeadura. Até agora, já foram plantados 25 mil hectares. Área semeada deve aumentar a partir de outubro, quando as previsões meteorológicas são mais favoráveis.
Preços
As cotações para a saca de soja seguem com ligeira queda, conforme divulgou o Cepea. "O Indicador da soja Paranaguá ESALQ/BM&FBovespa, que é baseado em negócios realizados, caiu 1,43% entre 12 e 19 de setembro, a R$ 62,04/sc de 60 kg na sexta-feira (19/9)".
Quando convertido em dólar (moeda utilizada nos contratos futuros da BM&FBovespa), o valor foi de US$ 26,09/sc de 60 kg, queda de 3,08% em sete dias. De acordo com pesquisadores do Cepea, os preços do grão foram sustentados pela firme demanda por derivados de soja.

créditos :
POR REDAÇÃO GLOBO RURAL
link original :http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/Soja/noticia/2014/09/produtor-inicia-plantio-da-safra-20142015-de-soja.html
Foto : divulgação new Holand
22/09/2014

Reposição com maior demanda em Goiás e Tocantins

A melhoria das pastagens contribuiu para o ânimo dos pecuaristas em sair às compras. Com isso os preços de reposição tiveram um ligeiro aumento durante a semana, alta de 0,3% para todas as praças e categorias pesquisadas.
Em Goiás e Tocantins a valorização semanal foi de 0,6% e 0,5%, respectivamente.
Em Goiás, a categoria que mais se valorizou nesse período foi o bezerro desmamado anelorado (5,5 arrobas), que teve alta de 2,7% em sete dias e está cotado, em média, por R$770,00 por cabeça.
No Tocantins as valorizações foram puxadas por duas categorias, o bezerro desmamado e o bezerro de ano, ambos anelorados, que apresentaram alta de 2,9% e 2,6%, no mesmo período, respectivamente.
Nos dois estados a procura é maior por machos. Já as fêmeas, em função da demanda mais calma, ficaram com preços estáveis no decorrer da semana. 
As valorizações em ambos os estados foram puxadas pela melhoria na demanda e uma oferta restrita dos animais de reposição. Existem vendedores ofertando boiadas por preços acima da referência, entretanto poucos negócios são efetivados nos valores mais altos.
A expectativa, em curto prazo, é de mercado firme, mas com resistências às novas valorizações.

24/01/2014
Créditos : POR SCOT CONSULTORIA
    Link original : http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Criacao/Boi/noticia/2014/01/reposicao-com-maior-demanda-em-goias-e-tocantins.html  
    Foto: Acervo/Ed. Globo