terça-feira, 16 de junho de 2015

Presos 6 ladrões de gado em MT

Suspeitos fazem parte de parte de quadrilha que foi presa no início do mês.
Grupo criminoso era especializado em roubo de gado e defensivos.



Seis integrantes de uma quadrilha especializada em roubos de gado e defensivos agrícolas foram presos na manhã desta terça-feira (16) em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. De acordo com a assessoria da Polícia Civil, eles são membros de parte do grupo que foi preso em um confronto após um assalto no início deste mês, em uma fazenda em Barra do Bugres, a 139 km da capital. Naquela ocasião seis assaltantes foram presos e dois mortos. Um investigador e um delegado também foram baleados.

Segundo a polícia, os seis integrantes estavam com mandados de prisão preventiva decretada pela Justiça. Os policiais prenderam os suspeitos em residências e duas chácaras da região de Tangará da Serra. Além das prisões, também foram apreendidas sete armas, entre pistolas, revólveres e espingardas. Um dos presos é apontado como responsável por fornecer as armas para a quadrilha. Ainda na operação os policiais apreenderam joias, caminhões e duas motocicletas importadas.
Todos devem responder por roubo qualificado, associação criminosa, resistência à prisão, cárcere privado, posse e porte ilegal de arma de fogo e munições e receptação. Para o delegado regional de Tangará da Serra, Alexandre Morais Franco, a quadrilha está 100% desarticulada. "Prendemos hoje os últimos integrantes do grupo criminoso e os receptadores. A operação está fechada", afirmou. 
O delegado Nelder Martins Pereira e o investigador Antenor Francisco da Silva foram baleados na primeira parte da operação. O investigador levou um tiro na perna, foi hospitalizado e recebeu alta hospitalar no dia 8. O delegado foi atingido na lateral do tórax e permanece em observação em um hospital particular, em Cuiabá. Ambos estavam de coletes a prova de bala,
O caso
No início do mês a polícia montou uma operação para tentar prender a quadrilha que planejava roubar 150 cabeças de gado em uma fazenda a 40 km do município de Barra do Bugres, nas proximidades do Distrito do Currupira, onde 19 pessoas eram mantidas reféns. Todas foram libertadas sem ferimentos. 

Na fazenda os policiais encontraram o líder do grupo, que jogou o carro contra a equipe policial e atirou ao mesmo tempo, ferindo o investigador e o delegado. Os policiais revidaram os tiros e acabaram matando o suspeito. Pelas investigações a quadrilha era composta por mais de 25 assaltantes.

De acordo com a polícia, o líder do grupo tinha registros criminais desde 1990 por roubos praticados e homicídios, tendo a fama de ‘matador de aluguel’. Em uma das ocasiões em que havia sido preso, há oito anos, pela Polícia Civil na região de Tangará da Serra, o criminoso teria confessado 15 homicídios, mas não deu detalhes das vítimas.


Fonte G1 Agrodebate : link original : http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2015/06/seis-integrantes-de-quadrilha-que-roubava-gados-sao-presos-em-mt.html
 Terras do Tocantins - O maior portal de imóveis rurais do Estado.


terça-feira, 2 de junho de 2015

Combate ao fungo Phakopsora pachyrhizi, que causa a ferrugem asiática na soja.

Com início hoje, vazio sanitário da soja termina em 15 de setembro em MT

No período, não é permitido manter planta viva de soja nas propriedades.
Indea pretende fiscalizar 4 mil propriedades no Estado.


O vazio sanitário da soja na safra 2014/2015 começou nesta segunda-feira (1), em Mato Grosso, e se encerra no dia 15 de setembro. Durante 107 dias, os sojicultores do Estado não poderão deixar nenhuma planta de soja viva no campo, seja de plantio ou voluntária (soja guaxa). O vazio sanitário tem o objetivo de ajudar a reduzir o inóculo do fungo Phakopsora pachyrhizi, que causa a ferrugem asiática na safra seguinte. O vazio sanitário da soja foi instituído em Mato Grosso, como medida fitossanitária desde 2006.
O fungo que causa a ferrugem na soja precisa do da planta hospedeira viva para se alimentar. Por isso é importante eliminar toda planta de soja viva da lavoura e da sede da propriedade. A doença provoca a desfolha precoce da planta, impedindo a completa formação dos grãos, o que reduz a produtividade.

De acordo com o coordenador de Defesa Sanitária Vegetal do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea), Ronaldo de Assis Medeiros, o cumprimento do vazio sanitário tem contribuído para a redução no uso de agrotóxicos e consequentemente, do custo da produção.
Segundo informações do Indea, técnicos devem fiscalizar cerca de 4 mil propriedades. Em 2014, o corpo técnico de fiscais fiscalizou mais de 3,5 mil propriedades. A multa para quem descumprir o período é de 30 Unidade Padrão Fiscal (UPF-MT), mais 2 UPF por hectare de planta não eliminada.
A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) informou que tem enviado ofícios para prefeituras de municípios produtores alertando para a necessidade de eliminação de plantas vivas no perímetro urbano. “Isso ocorre devido a sementes que caem de caminhões e acabam germinando. O trabalho em conjunto entre produtores, Município e Indea é fundamental para o controle da ferrugem asiática”, diz o diretor técnico da Aprosoja, Nery Ribas.
O documento abre uma exceção para o controle da soja guaxa nas lavouras cultivadas com girassol. Nesse caso, os produtores podem eliminar as plantas de soja que germinaram voluntariamente até 15 de junho.
O período em MT
A Instrução Normativa Conjunta das secretarias de Desenvolvimento Econômico (Sedec)/Agricultura Familiar (Seaf)/Indea-MT n°001/2015, publicada no Diário Oficial em 9 de fevereiro deste ano, estabelece o período de 1º de maio a 15 de setembro, para o vazio sanitário da soja em Mato Grosso. A data de início para 2015 foi alterada, excepcionalmente, de 1º de maio para 1º de junho, como consta na Portaria Indea-MT n° 033/2015, publicada no Diário Oficial do Estado de Mato Grosso, em 30 de abril.
O presidente do Indea, Guilherme Nolasco, afirma que, para a definição do período, “levou-se em consideração as condições do tipo de solo e clima do Estado, com base na orientação da Comissão de Defesa Sanitária Vegetal de Mato Grosso (CDSV/SFA-MT) e em notas técnicas de instituições de pesquisa, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Fundação MT”.


Fonte : Agrodebate G1 link  http://goo.gl/b0LD7f

Agricultura e pecuária devem gerar um valor de produção de R$ 25,721 bi.

Bovinos, soja e cana alavancam alta no valor da produção agro em MS


Projeção do Mapa indica crescimento de 4,68% no VBP do estado.
Agricultura e pecuária devem gerar um valor de produção de R$ 25,721 bi.



A bovinocultura, a produção de soja e a de cana-de-açúcar, entre outros, devem ajudar a alavancar o crescimento de 4,68% no Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Mato Grosso do Sul em 2015 frente a 2014, que deve passar de R$ 24,570 bilhões para R$ 25,721 bilhões. Os dados são da mais recente estimativa da  Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (AGE/Mapa).
O VBP é um indicador da atividade calculado com base nos volumes de produção e preços médios da agricultura e pecuária do estado. Conforme a projeção, do Valor Bruto de Produção esperado para o estado em 2015, 57,22% deve vir da agricultura, que deve atingir os R$ 14,718 bilhões e 42,77%, da pecuária, que deve totalizar R$ 11,003 bilhões.
A soja deve contabilizar um crescimento de  10,39% (de R$ 6,614 bilhões para R$ 7,302 bilhões) e a cana-de-açúcar um incremento percentualmente ainda maior, 10,74% (de R$ 2,935 bilhões para R$ 3,251 bilhões).
Por outro lado, na pecuária, a projeção para a criação de bovinos é de um aumento de 9,49% no VBP deste ano em comparação com o anterior (de R$ 8,094 bilhões para R$ 8,862 bilhões). Também está previsto um acréscimo de 1,80 % na produção de suínos (de R$ 464,567 milhões para R$ 472,947 milhões) e queda de 2,56% na de frangos (de R$ 1,333 bilhão para R$ 1,299 bilhão).

Fonte : Agrodebate G1  link :http://goo.gl/9Wcmkq